Humankind!

25 05 2010

Eu assisti o vídeo que está colocado mais abaixo e achei bem interessante. Os seres humanos são uma força tremenda na face da Terra. Mas o que você pensa disso?

Eu como ser humano que sou, venho tentando de várias formas fazer com que os seres ao meu redor sintam-se bem, felizes e que eles se desenvolvam de uma maneira natural, fazendo aquilo que sentem prazer em fazer. Sei que você, leitor, faz o mesmo. Esforçasse para ser feliz e ao mesmo tempo trazer felicidade para todos os seres que o cercam, zelam pelos seus entes queridos e cuidam para que tudo esteja bem.

Afinal de contas, todos ao seu redor também esforçam-se para que você dê o melhor de si. As relações são muito mais produtivas se houver apoio mútuo. Dessa forma, todos ganham.

Mas se você faz de tudo para que o seu namora ou sua namorada sinta-se bem. Se você se esforça para que os seus pais, irmãos, tios, primos, sobrinhos, se relacionem de uma maneira a não gerar conflitos. Se você é daquelas pessoas que faz de tudo para que os seus companheiros de trabalho tenham sucesso e torce por eles. Se você é daquelas pessoas que chega em casa e adora as lambidas do cachorrinho ou dos mimos do gatinho. Se você tem prazer em cuidar de todos aqueles que o cercam, Por que você permite que algo assim aconteça?

Make the conection.

Vídeo encontrado no blog Selva Urbana, do jornalista António Mateus





O que é trabalho para você?

24 05 2010

Esta matéria foi indicada no Buzz pelo Instrutor Claus Haas da Unidade São Bernardo. A pergunta que o principal da matéria tem a ver com ócio criativo. Mas eu gostei foi desta parte do texto:

“O Trabalho para mim é a razão da VIDA. Trabalho entenda como aquilo que você faz pela HUMANIDADE para deixá-la melhor do que antes da sua chegada. TRABALHO não é aquilo que você faz das 8 as 6 em troca de dinheiro. TRABALHO é aquilo que você faz 24x7x365x 100 anos da sua Vida para melhorar a Vida de todos que te cercam. A todo momento é lhe dado oportunidades de melhorar a Vida dos outros. No trem, no parque, no telefone, em casa, no trabalho, no lazer, em todos os lugares. Todas as interações que você tem com outros seres humanos são momentos de Trabalho.

Infelizmente, me parece que a grande maioria das pessoas não tem noção dessas coisas que eu tô falando. A grande maioria das pessoas trabalha por dinheiro, ou trabalha porque tem que trabalhar. A grande maioria não consegue amarrar aquilo que faz com algo maior, e por conta disso se desmotivam muito facilmente. A grande maioria das pessoas gostaria mesmo é de ganhar na loteria para virar consumidores de tudo, ou virar funcionário público para ter segurança para o resto da vida.”

Segue a matéria completa:

http://www.bizrevolution.com.br/bizrevolution/2010/05/existe-sentido-no-ócio-criativo.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+bizrevolution+(BizRevolution)





Video sobre Método DeRose

23 05 2010

Assista no YouTube:

http://www.youtube.com/user/derosemethod#p/u .

Retirado do Blog do DeRose





Porque ser criança é muito bom!

14 05 2010

Resolvi fazer um carinho na criança em mim e postar duas músicas que marcaram a minha infância de uma forma profunda e bela.

Espero com elas fazer um carinho também na criança contida em você!





Mudrá – parte 2

13 05 2010

Ainda estou a vivenciar as minhas mãos então vamos falar um pouco mais sobre elas e os gestos reflexilógicos.

Sempre que movimentamos as mãos geralmente é uma reação a uma emoção. Assim como as expressões faciais, as mãos demonstram muito daquilo que estamos a sentir ou pensar. Por exemplo, em um momento de raiva, fecha-se as mãos com força ou então em atitude de comemoração e conquista em que as mãos vão ao ar também fechadas, porém com outra atitude.

Bom, se as nossas mãos demonstram o que sentimos, então é bem provável que o caminho oposto também funciona e ao movimentarmos nossas mãos de maneira consciente elas façam gerar uma emoção, mesmo que de forma mais sutil a principio. Vamos lá, faça o teste, utilize os exemplos citados. Primeiro feche os olhos e em seguida as mãos, estas  com muita força. Qual a sensação que lhe vem a mente? E em seguida eleve os braços ou apenas um deles com a mão fechada. E agora, que estimulo foi dado?

Ok, você pode ter sido induzido pelos meus exemplos, então faça algum gesto qualquer com as mãos e vivencie isto. Não importa qual gesto foi, mas o que ele o fez sentir. Agora, peça para alguém ai na sua casa fazer o mesmo, sem lhe dizer o que você sentiu e pergunte o que a pessoa sentiu fazendo este mesmo gesto. A probabilidade de ser a mesma emoção é bem alta.

Como eu disse antes, vivencie as suas mãos, aprenda com elas e expanda sua consciência.





Mudrá

12 05 2010

Mudrá (retirado do livro Tratado de Yôga do Mestre DeRose)

Um gesto de carinho,
um gesto de pacificação,
um gesto de tolerância.
Um gesto de sentido,
um gesto profundo,
um gesto de bênção.
Mãos que afagam,
mão que realizam,
mãos que seguram as mãos
dos companheiro,
como que a dizer a cada um:
“conta com a minha amizade,
sou teu amigo.”
Seja qual for, o gesto do Yôga
transmite a força e o amor
que brota do âmago da sua alma
e irrompe pelas próprias mãos…
Isso é mudrá!

Por alguns instantes, pare e olhe para suas mãos. Elas trabalham para você o dia todo. Seja para o que for, o instinto natural do ser humano é agarrar, tocar, pegar, manusear, acarinhar, etc. e tudo isso fazemos com as mãos. Na maioria das vezes, sem lhes dar a mínima atenção.

Portanto, já que você parou para observá-las, agora movimente-as de formas diversas, flexione e estenda  os dedos, agora um por vez, faça circunvoluções com os punhos,  massageie-as,  entrelace os dedos, realmente fazendo um carinho em suas mãos, se der vontade movimente também os ombros e o pescoço. Sente-se melhor? Eu me sinto.

As mãos são ferramentas importantes para o nosso dia á dia, quase indispensáveis. É importante que você cuide bem de suas mãos. Movimente-as de formas diferentes, ao lavá-las faça de forma efetiva e não automática, vivencie cada movimento de suas mãos e, por que não, pare de movimenta-las durante alguns instantes todos os dias.

Concienteze-se de suas mãos, sinta-as, movimente-as de uma forma mais lúcida.





Yôga no Parque – Começa no Porto a temporada 2010

29 04 2010

Para maiores detalhes acesse:

http://yogaparque.wordpress.com/2010/04/29/temporada-2010-no-porto-comeca-ja-este-domingo/





Shiva Natarája

22 04 2010

Shiva

Shiva foi um homem que viveu a mais de 5 mil anos atrás na Índia Antiga e de acordo com a mitologia foi o criador do Yôga. É também conhecido na tradição hindu como Deus da Destruição ou Renovação, afinal nada se renova sem ser destruído primeiro. Também de acordo com a mitologia, Shiva tem mil nomes, cada uma representando um aspecto deste homem, um deles é Natarája.

Natarája

Rei dos dançarinos ou bailarinos, é aquele que dança em um círculo de fogo, ao ritmo do Universo enquanto pisoteia avídya, a ignorância.

Fogo

O fogo é  símbolo de transformação. Na forma Natarája, Shiva não só esta dançando em um círculo de fogo como tem o próprio em uma das mãos, mostrando o poder transformador que ele detém.

Damarú

Damarú é um tambor de duas faces com o qual Shiva marca o ritmo do Universo para sua dança.

Abhaya Mudrá

Mudrá são gestos reflexológicos feitos com as mãos. O gesto clássico de Shiva dá representa força e remete ao Shiva homem tinha que defender suas terras e sua família, através da luta. A partir desta visão surgiu o Shiva Natarája Nyása que é uma modalidade de luta.

Nája

A cobra que aparece enrolada em Shiva enquanto ele dança representa a kundaliní, uma energia física que todo ser humano detém na base da coluna. O fato desta estar a vontade no corpo de Natarája representa o domínio dele sobre a energia. Kundaliní é a energia trabalhada no Yôga que propicia o samádhi.

Avídya

Avídya é a ignorância. Ao pisoteá-la, Shiva demonstra mais uma vez seu estado de consciência expandida, samádhi. Inconsciência passa a ser consciência, ignorância tranforma-se em conhecimento.

Foto da estátua de bronze de Shiva Natarája encontrada no Metropolitan Museum of Arts de New York.

Foto retirada do Wikipédia





Shiva Natarája

22 04 2010

Estava conversando com uma aluna hoje e comentamos sobre os diversos símbolos da imagem de Shiva Natarája, você sabe quais são?

Vou pesquisar um pouco e em seguida coloco aqui tudo o que encontrar!





Um texto extraído do Auto da Lusitânia (de 1531)

22 04 2010

Retirado do Blog do DeRose

Olá Mestre,

Como recordação de Portugal, gostaria de deixar aqui um texto de Gil Vicente, retirado do “Auto da Lusitânia” (1531). Acho que tem um jogo de linguagem fabuloso.

Na segunda parte do auto, assiste-se ao casamento de Portugal, cavaleiro grego, com a princesa Lusitânia. Dois demônios, Belzebu e Dinato, vêm presenciar o casamento e escutam o diálogo entre um rico mercador, “Todo o Mundo” e um homem pobre, “Ninguém”:

“Entra Todo o Mundo, rico mercador, e faz que anda buscando alguma cousa que perdeu; e logo após, um homem, vestido como pobre. Este se chama Ninguém e diz:

Ninguém: Que andas tu aí buscando?

Todo o Mundo: Mil cousas ando a buscar:
delas não posso achar,
porém ando porfiando
por quão bom é porfiar.

Ninguém: Como hás nome, cavaleiro?

Todo o Mundo: Eu hei nome Todo o Mundo
e meu tempo todo inteiro
sempre é buscar dinheiro
e sempre nisto me fundo.

Ninguém: Eu hei nome Ninguém,
e busco a consciência.

Belzebu: Esta é boa experiência:
Dinato, escreve isto bem.

Dinato: Que escreverei, companheiro?

Belzebu: Que Ninguém busca consciência.
e Todo o Mundo dinheiro.

Ninguém: E agora que buscas lá?

Todo o Mundo: Busco honra muito grande.

Ninguém: E eu virtude, que Deus mande
que tope com ela já.

Belzebu: Outra adição nos acude:
escreve logo aí, a fundo,
que busca honra Todo o Mundo
e Ninguém busca virtude.

Ninguém: Buscas outro mor bem qu’esse?

Todo o Mundo: Busco mais quem me louvasse
tudo quanto eu fizesse.

Ninguém: E eu quem me repreendesse
em cada cousa que errasse.

Belzebu: Escreve mais.

Dinato: Que tens sabido?

Belzebu: Que quer em extremo grado
Todo o Mundo ser louvado,
e Ninguém ser repreendido.

Ninguém: Buscas mais, amigo meu?

Todo o Mundo: Busco a vida a quem ma dê.

Ninguém: A vida não sei que é,
a morte conheço eu.

Belzebu: Escreve lá outra sorte.

Dinato: Que sorte?

Belzebu: Muito garrida:
Todo o Mundo busca a vida
e Ninguém conhece a morte.

Todo o Mundo: E mais queria o paraíso,
sem mo Ninguém estorvar.

Ninguém: E eu ponho-me a pagar
quanto devo para isso.

Belzebu: Escreve com muito aviso.

Dinato: Que escreverei?

Belzebu: Escreve
que Todo o Mundo quer paraíso
e Ninguém paga o que deve.

Todo o Mundo: Folgo muito d’enganar,
e mentir nasceu comigo.

Ninguém: Eu sempre verdade digo
sem nunca me desviar.

Belzebu: Ora escreve lá, compadre,
não sejas tu preguiçoso.

Dinato: Quê?

Belzebu: Que Todo o Mundo é mentiroso,
E Ninguém diz a verdade.

Ninguém: Que mais buscas?

Todo o Mundo: Lisonjear.

Ninguém: Eu sou todo desengano.

Belzebu: Escreve, ande lá, mano.

Dinato: Que me mandas assentar?

Belzebu: Põe aí mui declarado,
não te fique no tinteiro:
Todo o Mundo é lisonjeiro,
e Ninguém desenganado.”

Beijinhos lusitanos!

Susana Sousa
Espaço Lifestyle – Lisboa








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